Saiba quais são os fatores que podem ajudar o mercado imobiliário crescer em 2018

Desde 2008, a crise econômica afetou drasticamente a vida dos brasileiros, principalmente quando o assunto foi desemprego. Perder o emprego fez milhares de pessoas desconstruírem sonhos e planos de fazer viagens, comprar carros e até mesmo adquirir a casa própria, ou se mudar da antiga. Com menos dinheiro, o jeito foi conter gastos e com isso o mercado imobiliário sofreu bastante. Uma queda significativa que afetou preços, compras e todos os setores, inclusive o da construção civil. Mas, a expectativa para 2018 é otimista, pelo menos é o que dizem os especialistas. Neste artigo, vamos mostrar algumas dessas perspectivas. Olha só

Recuperação do desemprego: passados dez anos da crise econômica, a perspectiva de muitos analistas financeiros é de que a taxa de desemprego (um dos elementos que mais assustou durante a crise), seja menor. No auge da crise a taxa chegou a 13% da população de trabalhadores ativos desempregados. Já para 2018, a expectativa é de que o ano feche nem, aproximadamente 8,5%. Com menos pessoas desempregadas, a chance de segurança para investir em um imóvel se torna maior. E, assim, o mercado imobiliário tende a recuperar seu fôlego.

Incentivo de programas sociais: ativo desde 2009, o programa “Minha casa, minha vida”, é um grande facilitador na hora de muitas famílias, principalmente as de renda mais baixa, financiarem o imóvel próprio. Em 2017, o programa passou por alguns ajustes no governo Temer, o que pode incentivar ainda mais pessoas a participarem. Antes o limite de renda para comprar um imóvel com as facilidades do fundo era de R$ 6,5 mil reais, agora esse valor aumentou para R$ 9 mil reais. Com mais facilidades, como taxas de juros menores, as chances de as pessoas buscarem por programas como esse é maior e, consequentemente, a procura por imóveis também aumenta.

Redução da taxa Selic: a taxa Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira, que afeta todas as transações, inclusive a compra e venda de imóveis. E 2016, a taxa chegou a mais de 13% ao ano, o que tornava o mercado complicado. Atualmente a taxa está a menos de 10% e a expectativa é de que em 2018 esse número chegue a 8%. Com esses juros menores, o financiamento no setor imobiliário é facilitado, um incentivo a mais para o consumidor e para as empresas na hora de comprar um novo imóvel. Por isso, que a redução da taxa Selic é um dos principais incentivos para o mercado imobiliário.

Compra de imóveis em planta: essa é uma tendência que vem crescendo no mercado há algum tempo e tende a ficar ainda mais forte em 2018. Comprar, principalmente apartamentos, ainda na planta pode facilitar o pagamento, trazer prestações menores e um maior tempo para financiamento. Claro que é sempre bom ficar atento as taxas maiores no momento da entrega das chaves, mas essa m odalidade de compra cresceu e tende a crescer ainda mais em 2018.

Mercado otimista: o mercado imobiliário foi um dos que mais sofreu com a crise econômica no Brasil e no mundo. Mas, no momento, a expectativa é de crescimento e otimismo. Alguns especialistas da área chegam a cotar um crescimento de até mesmo 30% no setor. Mesmo com aa previsão de que os imóveis se tornem mais caros em comparação com época da crise.

 

Menos inadimplência: sem emprego, os trabalhadores também ficam inadimplentes em muitos setores e o setor imobiliário é um deles. A falta de dinheiro para pagar aluguel ou mesmo para quitar dívidas de financiamento fizeram muita gente nessa época entregar os imóveis ou ter que sair da casa alugada para uma de preço inferior. Isso gerou também uma grande preocupação para o setor imobiliário, que sofreu com a inadimplência e a entrega de imóveis. Para 2018, isso deve melhorar. Com emprego, as pessoas garantem o pagamento do aluguel e começam a ter segurança para assumir um financiamento, mesmo que procurem por maneiras mais facilitadas, como através do Programa Minha casa, minha vida”.

Na mira dos investidores: obviamente que com a crise e com o setor imobiliário em queda, a tendência neste período foi de que os investidores não apostassem nesse setor, o que pode mudar em 2018. Antes da crise o setor da construção civil era conhecido por ser alvo de grandes investimentos no Brasil, o que depois teve uma queda, mas não muito drástica. Segundo o Banco de Compensações Internacionais, o país teve uma valorização imobiliária de 121% nos últimos anos, o que o fez atrair investidores, que chegarão com ainda mais força em 2018.

Aumento do desejo de conquistar a casa própria: casais novos, filhos que saem de casa são os que mais desejam conquistar no momento a casa própria. Mas esse desejo ficou guardado por uns anos na gaveta diante da dificuldade financeira, altos juros e pelo desemprego. Porém, a vontade volta à tona com as facilidades de financiamentos com programas como o “Minha casa, minha vida” da Caixa Econômica Federal e também dos juros em queda nos bancos, quando o assunto é conquistar um imóvel. Ou seja, em 2018 pode ser a hora de vender o imóvel, porque tem muita gente que vai estar interessada em comprar.

Por todos esses elementos que listamos aqui, podemos concordar com grande parte dos economistas e dizer que o ano de 2018 realmente promete ser libertador para o mercado imobiliário, principalmente no sentido de melhora. Uma esperança para um setor que sofreu tanto com a crise econômica nos últimos anos, mas já começa a ver sucesso para atrair investidores e compradores.

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Acompanhe também o próximo artigo onde vamos falar sobre o Programa minha casa, minha vida.

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